A leitura se torna prazerosa, pois nos leva ao mundo dos sonhos e fantasias..., e além do mais nos faz ter uma visão global dos acontecimentos da vida cotidiana.
domingo, 1 de julho de 2018
Sempre longe e perto.
Ficamos
distante,
Mais também,
Ficamos
pertos.
Pois, nesse final
de semana
Quando mais
precisei
Lá estava
você...
Não presente,
Mas sim, em
meus pensamentos.
Principalmente,
por sentir suas mãos
No momento
exato.
No momento em
que mais
Precisei da
sua ajuda.
Chorei,
implorei,
Supliquei sua
presença.
E lá estava
você...
Por trás de
mim,
Dizendo-me:
“Aqui estou”.
Meu Deus! Como
eu sinto você
E ao deitar,
saber que estava
A me abraçar.
Agora o mais
incrível ainda,
É ao ligar o
rádio,
A primeira
música a ouvir
É “Como vai
você?”
Autora: Valéria Galvão
Venha me dizer.
Pelo que pude
perceber
O mundo gira
ao nosso redor,
E como vieram
a me dizer
O nosso caso
ainda há de acontecer.
O que importa
é saber
Que o
previsto, veio a ocorrer
É levar aquilo
que era seu,
Aquilo, que eu
havia escrito.
Se acaso
gostou
Eu não sei,
Só sei
Que o ignorei.
Não pretendo
como lhe disse
Perturbá-lo
mais,
Pois é hora
De você
acordar.
Se realmente
leu,
Verás que
praticamente
Fiz tudo por
você
E para você,
me querer.
Mas se não,
Tudo bem!
O importante é
que
Vim a fazer
Mas
conhecendo-o,
Como conheço,
leu
Deve ter
amado,
E odiado.
Pois no fundo
sabe
Que é verdade,
E agora não
sabe
Como voltar.
Isso é
simples...
É só chegar,
E vir a dizer
TE AMO
De
verdade!!!...
Autora:
Valéria Galvão
Quero comer...
Outro dia, o
vi naquele bar
Comendo
lanche,
E sabendo que
gosto também
Tive vontade
de parar,
E lhe pedir um
favor.
Somente ficar
ao meu lado,
Para que
viesse a comer.
Afinal, hoje
em dia, uma mulher
Na madrugada,
num bar, sozinha,
Não é nada bem
vista.
Só que você
não veria assim,
E sim, acharia
que estava atrás.
Apesar de que,
não vou negar
Que só em
estar ao seu lado
Mesmo, sem
conversarmos
Não me dá
prazer, é mentira.
Pelo
contrário, sinto segurança
Sim, como sempre
falo
Sinto-me
segura, pois sei que
Se precisar de
algo,
Acolherá-me,
apesar de praguejar
Como qualquer
outro homem.
Mas sendo
cavalheiro,
Como sempre
foi,
A de se
comportar,
E me fará a gentileza de ficar,
Pois só vou
comer
Um lanche...
Autora: Valéria
Galvão
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